ReCaptcha: o crowdsourcing que você participa sem saber

28 de maio de 2013
recaptcha

Quem usa internet com alguma frequência com certeza já precisou passar pelo Captcha: aquela confirmação que é preciso ser feita identificando uma palavra, ao preencher formulários ou fazer algum download.

 

A invenção é do guatemalteco Luis Von Ahn e serve, basicamente, para saber se você é realmente um usuário e não um “robô”, evitando spams, vírus, etc. A ferramenta começou a ser usada no ano 2000 pelo Yahoo e se espalhou.

 

Mais utilidade

O programador queria mais. Sendo tão usado, o Captcha poderia ser mais útil. E assim, em 2005 2005 ele virou o reCaptcha. Agora, DUAS palavras aparecem para ser decifradas, e não uma, como antes. É aí que surge a grande ideia.

recaptcha2

Uma das palavras continua servindo para você provar que não é um computador. A outra saiu de livros antigos que estão sendo digitalizados por programas especializados em transformar imagens escaneadas em arquivos de texto, mas não foi identificada por esses softwares. Quando você a escreve no campo do reCaptcha, os computadores cruzam as informações de vários usuários pelo mundo e confirmam a escrita certa. Pronto! Mais uma palavra digitalizada com sucesso.

 

O sistema é capaz de digitalizar 100 milhões de palavras por dia. O reCaptcha foi comprado pelo Google em 2009, e hoje você faz parte (mesmo sem saber) de 1,1 bilhão de pessoas, unidas  no melhor estilo crowdsourcing, que têm ajudado a digitalizar mais de 250 milhões de livros por ano!

 

Fonte:

Superinteressante

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